Rocío Márquez

Rocío Márquez é uma das referências maiores do flamenco contemporâneo. A sua discografia deixa evidente o amor pela tradição deste género, mas também a necessidade de ampliar os seus limites, explorando e experimentando com melodias, instrumentação, arranjos e letras.

 

Ainda cedo na sua carreira, em 2008, Márquez foi galardoada com a lendária Lámpara Minera – a mais importante distinção no mundo do flamenco – e desde então editou cinco álbuns de estúdio, sempre muito bem recebidos pelo público e pela crítica especializada. A partir da estreia em Aquí y Ahora (2009), os seus trabalhos seguintes – ‘Claridad’ (2012), ‘El Niño’ (2014), ‘Firmamento’ (2017) e Visto en El Jueves (2019) – são a crónica de uma decolagem e mostram-nos uma artista numa busca contínua de si mesma através da música.

 

Já atuou em alguns dos mais emblemáticos palcos internacionais – Teatro Real de Madrid, Palau de la Música de Barcelona, ​​Bienal de Flamenco de Sevilha, La Zarzuela, Shakespeare’s Globe (Londres), Olympia (Paris), Philharmonie (Luxemburgo), Dusseldorf Opera – assim como em importantes festivais, entre os quais o Monkey Week e o Primavera Sound Barcelona onde apresentou o aclamado ‘El Niño’. Em 2014, gravou para a Deutsche Grammophon com a Orquestra Nacional Espanhola dirigida pelo Maestro Josep Pons e em 2018 dividiu o palco com Jorge Drexler, com quem estreou “Aquiles Puentes Subtilles”.

 

Em 2019, Rocío Márquez editou Visto En El Jueves, um trabalho que revisita e reinventa cantes antigos, diferentes palos e música popular espanhola que Rocío foi recolhendo ao longo dos tempos no fervilhante mercado de rua El Jueves, em Sevilha. Em 2020, o álbum arrecadou o prestigiado prémio Les Victoires du Jazz na categoria Melhor Álbum de Músicas do Mundo. Esta foi a primeira vez que um álbum de flamenco e uma artista espanhola foram distinguidos com este prémio.

 

Recentemente, Márquez deslumbrou várias plateias em Portugal com os concertos de apresentação de Visto En El Jueves. A cantaora esgotou Lisboa (CCB, 2020), Porto (Casa da Música, 2020), Funchal (Teatro Municipal Baltazar Dias, 2021) e Lagos (Centro Cultural de Lagos, 2021). 

 

“Uma das vozes mais importantes do flamenco contemporâneo.” PÚBLICO

 

“O espetáculo que trouxe ao CCB é envolvente, intenso e arrebatador. Sem artifícios cénicos. Vale pela voz poderosa e a genialidade dos seus músicos.” INFOCUL 

 

“Provavelmente o talento jovem mais valorizado no flamenco atual.” EL PAÍS

 

“Rocío Márquez, a jóia do flamenco.” LE MONDE

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